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quarta-feira, 16 de março de 2022

Jogo de Bocha na Escola.

 

Jogo de Bocha na Escola.

Habilidade a ser trabalhadas: (EF12EF05-01/ES).

Introdução:

Apesar de ser um jogo praticado por idósos o jogo de bocha vem atraindo muitos jovens praticantes dessa modalidade, apesar de ser um esporte milenar vem conquistando espaços dentro das escolas na disciplina de educação física, sendo assim uma boa prática de atividade para a coordenação motora para as crianças.

Objetivos:

  •          Desenvolver a coordenação motora do lançamento;
  •       Promover estratégias para vencer o adversário.

 

Objetos a serem utilizado no jogo:

  •       Local apropriado para o jogo como sala de aula, pátio ou quadra;
  •      12 Bolas coloridas de qualquer tipo de material;
  •      01 Bola menor para ser o Bolim.

Desenvolvimento:

Durante a prática do jogo serão separados dois grupos de alunos, um grupo com bolas de uma determinada cor, e o outro grupo com outra determinada cor. Antes de tudo será jogado o bolim para determinar o ponto de referência onde as bolas maiores e coloridas deverão ser jogadas. E assim sucessivamente cada grupo de aluno com suas bolas coloridas irão jogando, se a bola de uma determinada cor de um grupo estiver o mais próximo do bolim após seis lançamentos cada será declarada a vencedora, fazendo assim um rodizio para que todos da turma participem.

 Link para impressão da atividade:

Vídeo tutorial da atividade:



Referencia Pesquisada:

Site: YouTube, Canal Vivendo a Educação Física, disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=6Z7bP5j13QE> , acesso dia 16 de março de 2022.


segunda-feira, 6 de setembro de 2021

O Jogo de Boliche na Sala de Aula.

 


       O Jogo de Boliche na Sala de Aula.

Habilidade a ser trabalhada *(EF12EF06-01/ES).

Introdução:

O boliche é um esporte praticado com uma bola pesada e tem como objetivo lançando a bola por uma pista, derrubar 05 pinos do lado oposto da pista dispostos em formação triangular.

Objetivos:

·         Trabalhar com coordenação motora, precisão, lançamento e coletividade;

·         Promover trabalho em grupos.

Materiais a serem utilizados:

·         Cones, pinos ou garrafas petes;

·         Bolas de plástico ou de borracha.

Desenvolvimento:

Nesse jogo as turmas se dividirão em duas equipes azul e vermelha, cada rodada terá uma confronto entre essas equipes em ordem sucessivas durante várias rodadas, se cada um jogador derrubas os pinos ou fazer um strike vai computar na pontuação geral das disputas entre as equipes e no final da aula a equipe que tiver o maior número de pontos vence o jogo.

Link para Impressão da Atividade:


Vídeo Tutorial da Atividade:





Referência Pesquisada:

Site: Youtube, Jornal Tribuna de Notícias, Boliche criado pelos alunos da Escola Silva Alvarenga, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=rx1SWeSiCUM , acesso dia 18 de agosto de 2021.

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Voleibol como metodologia convencional de ensino na Educação Física.



Voleibol como metodologia convencional de ensino na Educação Física.

    A metodologia convencional de ensino está baseada na aprendizagem sistematizada das partes do jogo, que são chamadas de fundamentos. Desta forma, as habilidades motoras servem como instrumentos para a execução dos gestos técnicos específicos da modalidade. O domínio dos fundamentos do jogo caracteriza a proficiência do atleta, com aqueles que têm uma maior habilidade nos fundamentos sendo considerados, normalmente, melhores jogadores.

    O aprendizado dos fundamentos e de todos os aspectos que envolvem a formação de um jogador de voleibol deve partir das ações motoras e fundamentos considerados mais fáceis para os mais difíceis. A sequência pedagógica adotada pelo professor deve contemplar os alunos com atividades primeiramente de execução e entendimento simples, para após o aprendizado destas criar situações mais complexas. O professor deve atentar ainda para o respeito ao grau de desenvolvimento do aluno, respeitando o estágio de aprendizado que o mesmo se encontra.

    De acordo com a FIVB (Federação Internacional de Voleibol), os fundamentos do jogo são: saque, recepção, levantamento, ataque, bloqueio e defesa (RIBEIRO, 2004). Cada um destes fundamentos aparece de forma isolada, porém em conjunto sintetizam o que acontece em um jogo de voleibol. O praticante de voleibol vai utilizar estes fundamentos por toda a sua vida esportiva. Portanto, para o ensino dos fundamentos devemos trabalhar com toda a calma e critério, não podendo haver atropelos e queima de etapas. As habilidades mal aprendidas e os vícios decorrentes desta aprendizagem proporcionam um rendimento ineficaz (BIZZOCHI, 2004).

    Todos os outros recursos e ações empregados em um jogo de voleibol são considerados elementos, que dão suporte a realização dos fundamentos. Os principais elementos de um jogo de voleibol são: o toque, a manchete, os deslocamentos e as posições de expectativa.

    O aprendizado da técnica das ações de jogo pode ser realizado através dos métodos analítico ou global. O método analítico consiste em dividir o fundamento em partes e treinar cada parte separadamente, de forma que a complexidade das ações seja amenizada, tornando os erros mais fáceis de serem corrigidos. Já o método global o fundamento é trabalhado como um todo, economizando tempo e treinando ações mais similares as encontradas em jogo (SILVA, 2004).

    A literatura diverge quanto ao método mais indicado para ser utilizado com iniciantes. Sugere-se que as atividades sejam conduzidas através do método analítico quando as características de organização e complexidade forem maiores, utilizando o método global para as atividades mais simples (ZACARON e KREBS, 2006).

    A sequência de ensino das ações do jogo é um tema que provoca divergências. Existem dois modelos que são mais utilizados, cujas características veremos a seguir.

* Método dinâmico paralelo: Entende que os fundamentos devem ser aprendidos na sequência que aparecem no jogo. Tem como principal dificuldade a necessidade de associação entre as ações de jogo. Nesta proposta, os alunos aprenderiam o saque, posteriormente a recepção, o levantamento, ataque, bloqueio e por fim a defesa. Os críticos desse modelo apontam para uma dificuldade no encadeamento das ações, que se torna fundamental para o sucesso na aprendizagem através desse método (BIZZOCHI, 2004).

* Método progressivo associativo: Preconiza que os fundamentos sejam agrupados em função da postura do corpo adequada para a sua realização. Divide as partes do jogo em grupos: grupo 1: posição de expectativa, deslocamento, toque, manchete, saque por baixo; Grupo 2: Ataque, bloqueio, saque por cima; Grupo 3: defesa, rolamentos, mergulho e recepção. Essa sequência permite a aplicação e o agrupamento dos fundamentos de mecânica semelhantes. Essa proposta caracteriza-se ainda pelo fato de que cada habilidade deve ser aprendida e executada a contento, para somente depois passar para o aprendizado da habilidade seguinte (BOJIKIAN, 2003).

    Ambas as metodologias são utilizadas por um amplo número de profissionais e parecem oferecer bons resultados. Não cabe aqui discutir qual seria a melhor delas. Provavelmente, a melhor alternativa varia de acordo com as características do professor e do grupo de alunos, com o professor devendo optar por aquela que ele consiga trabalhar melhor.

A estruturação do processo pedagógico de ensino normalmente é dividida em fases. Uma proposta dessa divisão seria (BIZZOCHI, 2004; BOJIKIAN, 2003):

1 – Apresentação da habilidade: É o primeiro contato do aluno com a ação a ser realizada. A demonstração da habilidade deve ser feita com a máxima qualidade possível. O Professor deve ser claro o bastante, para que não fiquem dúvidas no aluno quanto à técnica de execução. É interessante o enriquecimento da demonstração através de vídeos e execução feita por atletas de alto nível. Quanto mais atrativas forem as atividades, maior a possibilidade de êxito, já que o aspecto motivacional é fundamental na aprendizagem.

2 – Importância do aprendizado e aplicabilidade no jogo: Alguns fundamentos não despertam muito interesse no aluno. Por exemplo, culturalmente no Brasil os princípios defensivos do jogo provocam menos interesse do que os princípios ofensivos. O professor deve criar situações que demonstrem ao aluno a importância da ação no contexto do jogo e a sua utilização em momentos e situações específicas que acontecem dentro de um jogo. Também nesta fase é aconselhável a utilização dos recursos propostos no item acima.

3 – Sequência pedagógica: É um procedimento metodológico que fraciona o movimento em partes, com uma posterior associação progressiva dessas partes, até que chegue a execução completa. É prudente que só se acrescente partes quando a anterior já estiver incorporada ao acervo motor do praticante. As novas habilidades são construídas sobre as habilidades adquiridas anteriormente.

4 – Exercícios educativos: São exercícios específicos para a correção de gestos motores inadequados que, por ventura, surgirem ao término de uma sequência pedagógica. Geralmente são administrados em partes, visando corrigir especificamente a parte do movimento que não está sendo executada corretamente.

5 – Exercícios formativos: Exercícios que visam corrigir imprecisões nos gestos técnicos, causadas por uma formação física inadequada perante a especificidade das capacidades motoras necessárias para a realização da habilidade.

6 – Automatização: É a fixação da execução do movimento no nível neuromotor. Considera-se que uma habilidade motora foi aprendida quando esta é incorporada ao acervo motor do aluno. Independente do grau de dificuldade da habilidade, depois de aprendida ela passa a ser natural para o indivíduo. A repetição é o principal meio para a fixação do movimento, desde que seja realizada com alto nível de eficiência.

7 – Aplicação: Nada mais é do que a utilização das ações aprendidas na realidade do jogo, não sendo necessariamente o jogo com as regras oficiais, mas sim todas as manifestações possíveis de jogo recreativo e/ou pré-desportivo. O professor deve ter sensibilidade de modo que a transferência do aprendizado dos gestos anteriormente automatizados seja gradativa para as situações de jogo. Em relação às estratégias do tipo de intervenção prática a ser adotada, temos a seguinte divisão:

    Prática concentrada: Nesta situação, o aluno executará diversas repetições de uma determinada ação de jogo, para somente a seguir passar para o treinamento de outra ação. Esta prática pode ser subdividida em: prática concentrada em bloco, onde serão feitas repetições do mesmo exercício por um determinado tempo antes de passar para outro tipo de exercício. Como exemplo, podemos citar uma situação em que o aluno está treinando o fundamento saque, e o professor determina que ele utilize apenas saque longo, para depois de terminar esta tarefa passar a utilizar apenas saque curto; prática concentrada variada, onde serão realizadas dentro do treinamento de uma mesma ação de jogo recursos técnicos diferentes. Utilizando novamente o saque como exemplo, dentro do treinamento o professor orienta para que o aluno use toda a variabilidade possível alternando saque curto, longo, em diagonal, na paralela, com trajetória diferente em relação à rede, etc.

    Prática intercalada: Nesta proposta, o aluno durante o treinamento realiza diversas ações em sequência, não repetindo a execução do mesmo fundamento ou elemento. Como exemplo, podemos citar um exercício onde o aluno efetue um saque; a seguir executa uma recepção; um levantamento; um ataque; e recomeça toda a sequência de procedimentos.

    Os pressupostos que sustentam a prática concentrada são pautados na ideia que a repetição sistematizada promoverá a automatização do movimento, o que acarretaria em um desempenho mais satisfatório na execução do gesto técnico. Já a prática intercalada, por necessitar constantemente de uma reorganização do programa motor inerente a cada fundamento, parece promover um padrão de desempenho mais duradouro.

    Em todas as situações de treinamento mencionadas, é importante ressaltar que o professor deve ter o “feeling” necessário para estimar o tempo de atividade ideal. A atenção é um importante mecanismo da aprendizagem, e um aluno só conseguirá manter seu foco voltado para a prática da atividade durante determinado tempo (SCHMIDT e WRISBERG, 2001). Sendo assim, o professor deve planejar seu treinamento de forma que a aula seja contemplada com atividades variadas e que desperte o interesse do seu aluno.

    Neste contexto seria interessante pensarmos em atividades de aquecimento com movimentações semelhantes às do voleibol. Através destas, podemos desenvolver algumas capacidades importantes para os alunos, além de promover brincadeiras direta ou indiretamente relacionadas ao voleibol. Quando na aula estiver previsto o aprendizado de uma nova ação de jogo, esta deve ser realizada logo no início da parte principal da aula, pois os alunos estarão descansados, tendo uma maior concentração e atenção para a precisão requerida pela habilidade (BOJIKIAN, 2004). Estas estratégias otimizam o tempo que temos disponível para as sessões de treinamento, sem desgastar excessivamente o aluno.

    O tempo total da atividade e a quantidade de sessões semanais de treinamento são outros aspectos que devem ser controlados pelo profissional. Atividades extenuantes favorecem o aparecimento da fadiga. Em situações fatigantes o aprendizado não ocorrerá de forma adequada, havendo desperdício de tempo e a possibilidade de uma fuga do aluno das sessões de treinamento. Lembrando que todo o tipo de atividade deve ser adequado à realidade dos alunos, uma proposta de divisão do processo de aprendizagem, feita em função da idade e do nível de desenvolvimento dos alunos, com a sugestão de algumas das possíveis atividades seria a seguinte:

1ª. Etapa. Fase de desenvolvimento: idade entre 7 e 10 anos

Desenvolver:

- Todas as formas de deslocamento

- Habilidades básicas e combinadas

- Variações nas formas de rebater

- Jogos adaptados de pegar e rebater

- Adaptação e familiarização com a bola

- Domínio da bola parado e em movimento

 

2ª. Etapa. Fase da iniciação: idade entre 10 e 12 anos

Desenvolver:

- Capacidade espaço-temporal

- Habilidades motoras adaptadas ao voleibol

- Combinação das habilidades desenvolvidas na etapa anterior

- Familiarização com a quadra e a rede, mesmo que não sejam nas medidas oficiais.

- Atividades com lançamento da bola por baixo e por cima da rede.

- Jogos adaptados sobre a rede.

 

3ª. Etapa. Fase da aprendizagem: idade entre 12 e 15 anos

Desenvolver:

- Aprendizagem das habilidades específicas do voleibol.

- Ênfase a lapidação da execução dos fundamentos.

- Encadeamento das ações básicas de jogo.

- Aperfeiçoamento das formas de jogo.

- Capacidade de raciocínio tático

- Capacidade de elaborar estratégias perante as situações de jogo

 

4ª. Etapa. Fase do aperfeiçoamento: idade a partir dos 15 anos

Desenvolver:

- Combinação dos fundamentos.

- Maior discernimento tático.

- Formas mais elaboradas de jogar.

- Início da definição da função que será exercida.

- Noções de divisão de responsabilidade.

Vídeo Tutorial dos Fundamentos Básicos do Voleibol:


Referencia Pesquisada:

Site: Porta da Educação, Voleibol como metodologia convencional de ensino, disponível em: https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao-fisica/voleibol-como-metodologia-convencional-de-ensino/40928#, acesso dia 11 de Novembro de 2020.s biológicas e cronológicas podem variar.


sábado, 24 de outubro de 2020

O Futebol de Areia

 O Futebol de Areia

O futebol de areia (português brasileiro) ou futebol de praia (português europeu) é um tipo de futebol jogado na areia. É bastante recente enquanto, como esporte organizado, datando de 1992 a sua institucionalização em sua forma atual, mas já é praticada há muitas décadas como variante de lazer.
O esporte organizado pratia-se num campo com no mínimo 40 cm de profundidade, e entre 35 e 37 m de comprimento por entre 26 e 28 m de largura. Os gols tem 2,20 m de altura por 5,50 m de extensão.
A linha do meio de campo é demarcada por dois postes com bandeiras vermelhas. A nove metros de distância da linha do gol, uma linha imaginária, marcada desta vez por postes com bandeiras amarelas, indicam a área de pênalti e portanto a marca onde as penalidades devem ser cobradas (na parte central desta linha).




Bola do Jogo de Futebol de Areia.


E, assim como no futsal, existe uma área para substituições ao longo da linha lateral.
Apesar de ter uma circunferência idêntica a uma bola de futebol normal (entre 68 e 70 cm), uma bola de futebol de praia é consideravelmente mais leve. Pesando de 400 a 440 gramas, é inflada no começo do jogo com uma pressão entre 0.375 e 0.8 bars.
    Uma partida de futebol de areia é jogada entre duas equipes de 4 jogadores de linha, e um goleiro. Cinco jogadores adicionais são permitidos no banco de reservas. Como no futsal, um número ilimitado de substituições (incluindo os goleiros) pode ser realizado em qualquer momento do jogo. Aos jogadores de futebol de praia não é permitido jogar com qualquer tipo de calçado. Eles devem estar descalços.



O goleiro pode agarrar a bola dentro de sua área e tem permissão de usar luvas e traje adequado.
 Cada partida tem dois juízes, ambos com igual autoridade para aplicar as leis do jogo. Em adição, um terceiro juiz e um responsável pela marcação do tempo ficam sentados na mesa de tempo, que fica na linha de meio de campo, ao mesmo lado da área de substituição.
  Partidas são jogadas em três períodos iguais de 12 minutos de bola rolando. O tempo é parado quando um gol é marcado, quando o juiz apita uma falta ou tiro livre direto, ou quando um time tenta fazer cera (do ponto de vista dos juízes). Há um intervalo de 3 minutos entre cada período.
 

Dimensões da Cobrança de Falta.



No caso de um empate, prorrogação de três minutos deve ser disputada, seguida de uma disputa por pênaltis, caso necessário.
A bola deve ser colocada de volta em jogo seja por arremesso ou por chute a um companheiro de time. Goleiros podem apenas recomeçar o jogo com as mãos.
            Não existem tiros indiretos no futebol de areia. Todos os tiros livres são diretos e chutados do lugar onde a falta foi cometida, ou da linha de meio-campo (para certas ofensas como cera na área, um 2º atraso para o goleiro na mesma jogada, um goleiro recomeçar o jogo chutando a bola, etc.). Um pênalti é marcado se a falta é cometida dentro da área de pênalti.




Técnica da cavadinha da bola.

Barreiras não são permitidas nos tiros diretos. O Tiro livre é sempre batido pelo jogador que sofreu a falta, exceto se este estiver lesionado. Se se verificar uma das ofensas atrás referidas, a equipe pode escolher um jogador para marcar o livre. Na falta que for cometida em seu próprio campo, todos os outros jogadores que não o cobrador devem permanecer pelo menos a cinco metros da bola, mas não diretamente entre a bola e o gol. Se a falta foi cometida no campo de ataque, todos os jogadores deve permanecer atrás da bola.



              Trave pintada da cor amarelo para não confundir com o branco da areia.


Para faltas duras, um jogador deve receber um cartão amarelo. Por faltas graves ou após um segundo cartão amarelo, o jogador será punido com um cartão vermelho e deve retornar ao balneário imediatamente. Após dois minutos de inferioridade numérica, o time desse jogador pode colocar um novo jogador.







Logo da Confederação Brasileira de Beach Soccer:




Site da entidade: https://www.cbsb.com.br/




História do Futebol de Areia no Brasil:

 

Seleção Brasileira de Futebol de Areia Campeão do Primeiro Mundial de 1995 sediado no Brasil, nas areias da praia de Capacabana, Rio de Janeiro.

O Futebol de Areia, em sua forma atual, começou a ser disputado em 1992, quando as regras do jogo foram criadas e um campeonato piloto foi organizado. Em uma versão onze contra onze, com as regras usuais, ele era praticado nas praias brasileiras pelo menos desde os anos 1930. Na década de 1960, chegou a haver campeonatos organizados em Santos e no Rio de Janeiro, e mesmo um campeonato brasileiro de seleções. Contudo, o gosto pela prática de futebol na areia, ou na praia, é muito anterior, também em Portugal, aos anos sessenta, recuando, pelo menos à década de 30 do século XX.

Em 1992, foi organizado o primeiro campeonato profissional em Miami Beach, com as equipes de Brasil, Estados Unidos, Itália e Argentina. O Brasil saiu vencedor.


Zico Celebrando um gol pela seleção brasileira de 1995.                                          

Em abril de 1994, em Copacabana, no Rio de Janeiro, houve o primeiro evento de futebol de praia transmitido pela televisão. No ano seguinte, a primeira Copa do Mundo de Futebol de Areia foi sediada no mesmo local. O campeão foi o Brasil, país-sede, que se tornou o primeiro campeão mundial de futebol de areia. Com o sucesso do evento, os organizadores desenvolveram o jogo e se preocuparam então em divulgá-lo mundo afora. Foi criada, assim, a Pro Beach Soccer Tour, com 60 jogos em dois anos pela América do Sul, Europa, Ásia e nos Estados Unidos, atraindo grandes nomes para a areia. O interesse gerado pelo tour na Europa levou à criação da Liga Europeia de Futebol de Praia.


Logomarca do Primeiro Campeonato Mundial de Futebol de Areia de 1995, sediado no Brasil.

Em 1998, a Liga Europeia e a Taça da Europa de Futebol de Praia floresceram. A primeira edição da Liga Europeia foi conquistada pela Alemanha, enquanto Portugal venceu a primeira Taça da Europa. As seleções que mais se destacaram nessas competições foram Portugal, Espanha, França e Itália, mas, nos últimos anos, têm surgido novas seleções muito fortes, como a Suíça, a Polônia, a Ucrânia ou a Rússia.




Nenê beijando o troféu do primeiro titulo mundial da seleção brasileira de futebol de areia.


Junior o Pioneiro do Futebol de Areia no Brasil.

Os quatro anos seguintes viram o crescimento consolidado por maiores progressos dentro e fora de campo. Em 2004, a FIFA, vendo o crescimento e potencial do esporte, acabou decidindo que seria o órgão internacional responsável pelo Futebol de Areia, e, em Maio de 2005 organiza a primeira Copa do Mundo de Futebol de Areia sob sua responsabilidade, com sede mais uma vez na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que acabou com o triunfo da França.


Vídeos sobre o Futebol de Areia no Brasil:


Referencia Pesquisada:









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Jogos Interclasses da Escola Primo Bitti 2023.