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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Torneio Interclasses na Escola.



   Torneio Interclasses na Escola.

Todos envolvidos em uma competição saudável 

POR:
Patrick Cassimiro, Caroline Ferreira e Rosi Rico

     O apito soa, crianças e jovens correm, a bola quica. Parece que o campeonato se inicia no momento em que a torcida está posicionada, a arbitragem em ação e o placar mudando. Mas, antes do primeiro jogo ocorrer, há planejamento e muito trabalho para promover reflexões sobre como realizar uma competição saudável.

   Para esse objetivo ser atingido, é essencial desconstruir o senso comum de que o esporte deve ser como o praticado por atletas de alto rendimento, que em geral tem características diferentes das intenções educativas, como exclusão dos menos aptos, divisão por gênero e a busca desenfreada por resultados. No lugar disso, a ideia é mostrar que se trata de uma manifestação cultural que possui metas variadas e ocorre em contextos diversos, como em momentos de lazer, nas brincadeiras de rua ou nas aulas de Educação Física. O esporte pode, portanto, ser adaptado para atender as condições da instituição de ensino - de regras, espaços, materiais, técnicas e mesmo capacidade motora dos alunos, no caso de crianças com deficiência. Caio Martins Costa, coordenador pedagógico do Instituto Esporte e Educação, em São Paulo, explica que essa perspectiva amplia as possibilidades de presença nas atividades esportivas, favorece os diferentes níveis de habilidade e valoriza modalidades menos difundidas. "Não se trata, simplesmente, de facilitar o jogo para que todos participem, e sim trazer as diferenças como elemento para a construção de práticas desafiantes, no contexto específico da escola", diz Caio.

  Uma maneira de aproveitar o potencial formativo da atividade esportiva é a realização de um projeto institucional (leia no final da matéria) com a finalidade de organizar um campeonato envolvendo toda a instituição. "É fundamental a abordagem de aspectos como integração social, intercâmbio, solidariedade e congraçamento de ideias, valores e atitudes", afirma Marcos Santos Mourão, professor de Educação Física da Escola da Vila, em São Paulo. Isso ajuda na criação de uma competição saudável. "A gestão deve promover ações que evidenciem que esse processo é uma cooperação de competências, ou seja, cada um contribui com aquilo que faz de melhor", diz Marcos.

   Daí a importância de, na organização, ter a participação da comunidade. Foi o que ocorreu na EE Henrique Dumont Villares, em São Paulo, e no CE Gilvan Sampaio, em Rubiataba, a 210 quilômetros de Goiânia. Os gestores conduziram a realização de torneios com a colaboração de professores, funcionários e alunos na preparação das partidas. "Construir um projeto com várias mãos favorece a troca de ideias e a criação de uma identidade forte o suficiente para manter a sustentabilidade dele", coloca Caio.

Reuniões e debates

    Na escola paulista, o torneio envolveu alunos do 1º ao 5º ano em jogos de basquete, vôlei, futebol, queimada e atletismo, com equipes mistas e também nas categorias masculina e feminina. Por meio de grupos orientados por professores, os estudantes contribuíram para definir o regulamento, que incluía, para os menores, adaptação da cesta de basquete, colocada mais baixa, e a opção de vôlei câmbio, em que é permitido segurar a bola com a mão.       Os mais velhos participaram da arbitragem e cada equipe indicou um menino e uma menina, que foram preparados para ajudar com as súmulas - documentos em que as ocorrências de uma partida são anotadas.

  Os campeonatos interclasses da unidade goiana, feitos entre os alunos do Ensino Fundamental, são regulares e ocorrem todo fim de semestre. No último, as partidas foram de tênis de mesa, futsal, xadrez e vôlei. Durante os preparativos, a opinião dos estudantes é apresentada pelos representantes de classe, que participam das reuniões com a gestão. Se um estudante não quiser participar como jogador, ele pode ficar na torcida organizada, que também garante pontos para a equipe.

    Nas duas instituições, os torneios ocupam as aulas de Educação Física. Mas o esforço vai muito além desses horários. O planejamento inclui o trabalho com os docentes sobre como promover a reflexão dos alunos sobre questões como inclusão, ética, respeito e construção participativa. "Montamos estratégias de estudo e realizamos reuniões de formação para esse projeto", afirma Nadia Moya Brocardo, coordenadora pedagógica da EE Henrique Dumont Villares.

O debate desses temas com os estudantes é feito antes do início do campeonato, com aulas expositivas e propostas de leitura. "Queremos promover as habilidades motoras e cognitivas, mas também desenvolver ações que valorizem a boa convivência e o prazer proporcionado pelo esporte", diz Irlane dos Santos, diretora em Rubiataba.

  Nas duas escolas, há premiação. Em São Paulo, os troféus foram feitos pelo pai de um estudante, que é marceneiro, e finalizados pelas professoras de Arte. "Se durante o processo de realização do campeonato ficou evidenciado que o principal é a cooperação, a premiação é algo que pode e deve ser feito como uma maneira de valorizar o trabalho realizado", sugere Marcos.

 


ORGANIZAÇÃO DE CAMPEONATO

 

Objetivo geral

Realizar um campeonato envolvendo a escola inteira e fundamentado no trabalho em equipe.
 

Objetivos específicos

Para a equipe gestora Proporcionar condições para a realização do projeto e comunicar, de maneira clara, quais são os princípios que regem o evento.

Para os professores Abordar os aspectos formativos da prática esportiva como cooperação, solidariedade, integração social etc. Cuidar para que todos os alunos tenham a oportunidade de participar.

Para os alunos entender a diferença entre jogar com e jogar contra os colegas.

 

Tempo estimado

De um a dois meses.
 

Desenvolvimento

  • 1ª etapa | Mobilização

Converse com a comunidade sobre a realização do campeonato e estabeleça os princípios a ser valorizados, como cooperação e solidariedade. O ideal é que eles já estejam no projeto político-pedagógico (PPP) da escola. Organize encontros para ouvir as ideias dos participantes  sobre modalidades e regras. Registre o que for conversado por escrito.

  •  2ª etapa | Planejamento

Distribua funções. O objetivo é incluir até os alunos que não possam ou não queiram jogar. Mostre que o importante é participar. Uma boa opção é organizar as seguintes comissões: regulamento, que cuida da definição de aspectos gerais (objetivos do campeonato, datas, horários, locais etc.) e específicos (modalidades e regras, composição das equipes e duração das partidas); identidade visual, para criar logotipos, convites, placares, bandeiras e uniformes; divulgação, que produz fotos, informes, blogs, jornais etc.; arbitragem, que fiscaliza e aplica as regras durante os jogos (pode ser realizado por professores de educação física, pais ou alunos mais velhos); cerimonial, responsável pela abertura e pelo encerramento, o que envolve a preparação de apresentações, desfile das equipes etc.; e premiação, que elabora os tipos de prêmios a ser entregues.

  • 3ª etapa | Desenvolvimento

Reserve momentos para que as comissões desempenhem suas funções, com um professor monitorando cada uma delas. faça um checklist das providências necessárias à realização do evento (materiais, espaços, escala de funcionários, alimentação etc.) e agende uma reunião com os representantes dos grupos para se certificar que tudo está caminhando. Divulgue com antecedência para o público interno e, se for o caso, para o externo.

  •  4ª etapa | Realização

Durante os dias do campeonato, continue monitorando o trabalho das comissões. A de divulgação pode publicar em blog ou jornal fotos, relatos dos participantes e resultados das partidas. Gestores e professores também precisam anotar o que for observado para posterior análise. Na cerimônia de encerramento, podem ser distribuídos certificados de participação para todos os alunos e também ser entregues prêmios por equipes e para destaques como "artilheiro", "fair play" e "maior pontuador".

 

Avaliação

Reúna gestores e docentes para avaliar se o objetivo principal ? ter um torneio baseado na cooperação ? foi alcançado. Para isso, podem ser usados os registros feitos para divulgação e também as observações da equipe escolar. Vale consultar os estudantes sobre o que eles aprenderam por meio de uma roda de conversa ou por produção escrita.



Ilustrações: Adriel Contieri



Referência Pesquisada:


Site: Nova Escola, Todos envolvido em uma competição saudável, disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/8090/todos-envolvidos-em-uma-competicao-saudavel>, acesso dia 12 de Outubro de 2020


sexta-feira, 9 de outubro de 2020

A Brincadeira de Pique se Esconde.




A Brincadeira de Pique se Esconde.

    Esconde-esconde, pique-esconde (português brasileiro) ou escondidas (português europeu) é uma brincadeira infantil, na qual enquanto uma pessoa (o "pegue") fica com os olhos fechados contando até certo número combinado com os participantes, geralmente com o número de pessoas que estão participando (5 pessoas ou mais), os demais participantes se escondem.

     Crianças brincando de esconde-esconde em uma floresta Século XIX.


Regras.

  O pegador conta até um certo número com os olhos fechados e as outras pessoas se escondem. As pessoas que se esconderam têm que voltar ao lugar onde a primeira pessoa contou e bater no ponto de partida, falando uma frase, como: "1, 2, 3! (nome de quem bateu)" para se salvar. O último a ser pego pelo pegador, substitui o "pegue" na próxima rodada da brincadeira.

Salve todos ou salve o mundo

      Caso, o último a ser encontrado consiga chegar ao ponto e bater, ele tem a opção de salvar todos, fazendo assim, aqueles que não conseguirem se salvar, serão salvos e o "pegue" terá de contar novamente. Também conhecido em algumas regiões como "Salve o Mundo" e "Salvo Todos".

Musica Tema da Brincadeira:


Bibliografia

Folks, Adriana. A arte de brincar: brincadeiras e jogos tradicionais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.


quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Brincadeira da Dança das Cadeiras



Brincadeira da Dança das Cadeiras.


 A dança das cadeiras é uma brincadeira tão popular, que não precisaria nem colocar as regras para você, não é verdade? O que, talvez, você não saiba, é que há variantes da brincadeira que são muito divertidas. Então? Vamos aprender?

Dança das cadeiras

    Esta é a versão mais popular. Os participantes ficam em pé, rodando e dançando em volta de uma fila de cadeiras, enquanto uma música toca. Uma pessoa deve ser responsável por parar a música. Quando isso ocorre, todos devem sentar na cadeira mais próxima. Aquele que não se senta, sai do jogo. Ganha o único que consegue se sentar todas as vezes que toca a música.

    Tenha em conta que, a quantidade de cadeira tem que ser sempre um número menos do que a quantidade de pessoas.


Dança das cadeiras cooperativas

    Desta vez, disponha as cadeiras tal como no tradicional jogo das cadeiras. A diferença é não eliminar nenhum participante, só cadeiras. Como? A cada rodada, você retira uma cadeira e, ainda assim, todos deverão se sentar como puderem: no colo, no braço da cadeira, deitado sobre os colegas entre outros. Esse é um jogo no qual não há vencedores.

Dança das cadeiras alternativas

    Várias cadeiras serão espalhadas pelo local onde se fará a brincadeira. Em cima de cada uma delas, deve haver uma bexiga. Todos os brincantes estarão com os olhos vendados e passearão pelo local enquanto uma música animada toca.

    Quando a música parar, todos deverão procurar uma cadeira, sentar-se e estourar a bexiga, sendo guiados pelos jogadores da equipe que não estão participando.

    Sempre haverá uma cadeira a menos do que o número de participantes. Quem sobrar, é eliminado. O jogo termina quando sobra apenas um deles.

Dança do Saci

    Ideal para festejar o dia do Saci Pererê, em 31 de outubro. A regra é a mesma do clássico Dança das cadeiras. No entanto, todos devem rodar e dançar em um pé só. Veja mais em: Brincadeira Dança do Saci.

Desenho Animado Dança das Cadeiras.


Referencia Bibliográfica.


Site: Criando com Apego, "Dança das Cedeiras", disponivel em: <https://www.criandocomapego.com/brincar-de-danca-das-cadeiras/> , acesso dia 08 de outubro de 2020.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Brinquedos feitos com material reciclável



BRINQUEDOS FEITOS COM MATERIAL RECICLÁVEL



    Hoje em dia, muitas das coisas que consumimos vêm em embalagens descartáveis, que na maioria das vezes são jogadas pelas pessoas no lixo, sem que se faça qualquer tipo de separação. Mas graças a muitas pessoas conscientes, o lixo reciclável (plástico, vidro, metal e papel) já está sendo separado e enviado a indústrias que transformam esse lixo em outros materiais.

    Há também muitas pessoas que usam a criatividade para confeccionar brinquedos com os materiais que iriam para o lixo. Aqui, nós iremos ensinar como fabricar alguns desses brinquedos.

Vamos começar?


Fazendo brinquedos com caixinhas de fósforo

    As caixinhas de fósforo são um ótimo material para construir diversos brinquedos. Você pode forrar as caixinhas com papel sulfite, para depois poder pintá-las e fazer diversos desenhos.

    Uma boa dica é fazer dominó com as caixinhas de fósforo, como mostra a imagem abaixo.



                                                                                                Dominó feito com caixinhas de fósforo.

    Também com as caixinhas de fósforo, as meninas, depois de forrá-las, podem fazer a mobília da casinha de bonecas, como mostra a imagem abaixo.



Mobília de casinha de bonecas feita com caixinhas de fósforo


Fazendo um vai e vem

Para fabricar o vai e vem você irá precisar de:

- 2 garrafas de refrigerante;
- tampas de xampu, materiais de limpeza, botões;
- 2 fios de varal de 1,5 cada;
- tesoura (peça ajuda de um adulto);
- fita adesiva.

Montando o vai e vem:

    Com a ajuda de um adulto, corte as garrafas de refrigerante ao meio e separe a metade que ficou com o gargalo. Em seguida, passe os dois fios de varal pelo gargalo de uma das garrafas. Pegue a outra garrafa e passe o mesmo fio de varal, mas dessa vez coloque-o da metade em direção ao gargalo. Coloque as tampas e botões dentro das garrafas e com a fita adesiva cole as duas metades. Você pode enfeitar como quiser o seu mais novo brinquedo, que necessita da participação de duas crianças, cada um em uma ponta do brinquedo.


                                                                                                Vai e vem feito com garrafas pet.

Fazendo um balão

Para fazer o balão você irá precisar de:

- 1 balão de qualquer cor;
- jornal;
- cola branca;
- barbante;
- fita crepe;
- 1 caixa pequena, pode ser de leite.

Montando o balão:

    Em primeiro lugar você terá que encher o balão. Depois pegue o jornal e rasgue-o em tiras. Coloque algumas tiras em cima do balão, e vá colando, com a cola branca, outras tiras por cima. Mas cuidado, você não pode colar as tiras de jornal diretamente no balão. Depois de ter colado várias camadas de jornal, espere secar. Depois de seco, estoure o balão e retire-o de dentro do balão de jornal. Corte quatro pedaços iguais de barbante de mais ou menos 20 cm cada e, em seguida, com a fita adesiva, cole uma das pontas no balão de jornal. Cole as outras pontas do barbante na caixinha. Decore o balão e a caixinha do jeito que quiser e já pode sair para brincar.




                                                                                                     Balão feito com jornal.

    Com materiais recicláveis você pode construir qualquer coisa, basta colocar a imaginação e a criatividade para funcionar. Bom trabalho!

Por Paula Louredo
Graduada em Biologia


                                Todo e qualquer material reciclável pode se tornar um brinquedo bem divertido.


Desenho Animado: "Tá Limpo" a consciência ambiental:





Referencia Pesquisa:


Site: Escola kids, "Brinquedos feitos com Material Reciclavel", disponivel em : <https://escolakids.uol.com.br/ciencias/brinquedos-feitos-com-material-reciclavel.htm> , acesso dia: 07 de outubro de 2020.




segunda-feira, 5 de outubro de 2020

A Brincadeira da Corrida do Saco.

 


A Brincadeira da Corrida do Saco.

    A corrida de saco, uma brincadeira também conhecida por corrida nos sacos ou corrida do saco, é um dos jogos mais populares entre as crianças. Se trata de atividade simples mas que requer muita habilidade e equilíbrio das crianças.

    Se trata de um jogo tradicional que é perfeito para as festas de aniversário ou para qualquer outra atividade como piqueniques e churrascos em família, desenvolvidas ao ar livre.

Índice
  1. Como brincar de corrida de sacos:
  2. A corrida de sacos e as crianças

  3. Como brincar de corrida de sacos:



   Para brincar de corrida de sacos, quanto mais crianças, melhor. Ao brincar com este jogo, as crianças exercitarão a sua velocidade, o esforço e a resistência. É uma brincadeira perfeita para que as crianças façam amigos, aprendam a competir e aumente a sua coordenação motora.

Te ensinamos a brincar de corrida de sacos, passo a passo:

1- As crianças devem vestir os sacos e esperar o apito, numa linha.

2- Para começar a corrida, as crianças deverão segurar o saco com uma mão para evitar que o saco caia abaixo dos joelhos, e manter o equilíbrio com a outra para poder saltar ou pular.

3- Durante todo o percurso da corrida as crianças devem manter ambas pernas no saco até alcançar a linha de chegada.

4- Perde quem se caia pelo caminho.

5- Ganha quem chega primeiro à linha de meta.

6- É classificado quem alcança a linha de chegada.

IMPORTANTE: as crianças devem brincar de corrida de sacos numa superfície segura já que as caídas são inevitáveis.


A corrida de sacos e as crianças

Se ainda vocês não brincaram de corrida de sacos com o seu filho, é bom que saibam algo mais sobre esta brincadeira tão divertida:

  • Idade recomendada: a partir dos 7 anos.
  • Onde brincar: na grama, na terra batida, na praia, quintal ou quadras de esporte.
  • Quantos participantes: mais de 2
  • Material necessário: Sacos de estopa, sacos de tecido, sacos de batata ou de arroz, que cheguem até o quadril das crianças.


Site: Guia Infantil, "A corrida de saco. Jogo e brincadeira para crianças", disponível em: <https://www.blogger.com/blog/post/edit/2701029462013141176/960797413501559557> , acesso dia 05 de outubro de 20201.




sexta-feira, 2 de outubro de 2020

A Brincadeira de Pique Bandeira

 



A Brincadeira de Pique Bandeira.

Introdução:

    Brincar ao ar livre tem sido cada dia mais raro nas cidades. A violência e a chegada dos tablets, smartphones e dos videogames parecem ter deixado as crianças mais ociosas e temerosas de brincar com os amiguinhos. 

    Os pais e educadores devem incentivar as brincadeiras em grupo com as crianças. 

Objetivo:

    A brincadeira ‘pique-bandeira’ promove a agilidade, a estratégia e a socialização e pode ser realizada para um grupo de mais de oito crianças com mais de 8 anos. 

Locais que pode ser realizado:

    Para fugir das ruas, essa brincadeira pode ser feita dentro dos condomínios, quintais grandes, escolas, praia ou quadra de esportes.

Desenvolvimento:

A Regra.



    As crianças devem ser divididas em duas equipes. O espaço que as crianças irão brincar deve ser dividido em tamanhos iguais. Cada equipe deverá colocar uma bandeira (um pedaço de pano ou lençol velho) no canto mais difícil e distante que quiser, dentro do seu campo.  

    O desafio da brincadeira é atravessar o campo da equipe adversária e pegar a bandeira sem ser pego. A criança que for pega deverá ficar parada no lugar congelada e ela poderá ser libertada por outra criança do seu time que conseguir tocá-la (sem ser pega por nenhuma criança da equipe adversária).


Dicas: Também chamada de rouba-bandeira, as crianças podem usar a criatividade e espalhar várias bandeiras no espaço da equipe adversária.

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Vídeo Tutorial da Brincadeira:

Link para Impressão da Atividade:


Referencias Pesquisadas:

Site: Guia Infantil, "Como Brincar de Pega bandeira", disponível em: <https://br.guiainfantil.com/materias/cultura-e-lazer/jogos/pega-bandeira-brincadeiras-populares-para-criancas-no-brasil/> acesso dia 2 de outubro de 2020.

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Jogos Interclasses da Escola Primo Bitti 2023.